I’m in love with a girl from up north
I’m in love don’t tell me I’m wrong
She’s not in love with a boy from down south
She’s not in love because he’s full of mouth
She’s now in love with a boy from down south
She’s in love because she knows now he’s not full of mouth
I’m not in love with a girl from up north
I’m not in love because she’s not worth
They have met in a book store
Crossed their eyes in a mute wish for more
Spaces between them just don’t mind
They just wish it could be fine
For another day another time
For something good for something tight
I’m in love with a girl from up north
I’m in love don’t tell me I’m wrong
She’s not in love with a boy from down south
She’s not in love because he’s full of mouth
She’s now in love with a boy from down south
She’s in love because she knows now he’s not full of mouth
I’m not in love with a girl from up north
I’m not in love because she’s not worth
It come the sign that special bind
You and me in a moment of time
It elapsed so slowly
Winds change and we never grow older
Like kids we played around
Touching faces we made no sound
It was so beautiful all remained the same
It was so wonderful there was no shame
Today you look at this bitter face
I look at yours and I wish to embrace
Young sounds reviving minds
Times when we were pure and fine
Your picture still lies beside my brain bedside.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Oh!
Os portais que se abrem são os mesmos que se fecham a cada nova investida.
As dores que deveriam ser absorvidas enchem-nos de dor.
Os odores que exalamos atraem, mas repelimos quem chega.
Quem fala permanece calado nas vulgaridades do discurso.
O silêncio que se escuta é sinal da gritaria surda que nos envolve.
As opiniões que emitimos não se ouvem, perdendo-se no eco das escadarias.
A segurança que proporcionamos esvanece-se na certeza das convicções.
A força bate-se com a fraqueza que se lhe aparece a cada esforço.
A fraqueza fortalece-se na fraqueza de tal força desmedida.
A besta embala a bela que esmorece ante tal brutidão.
A brutidão torna-se cândida nas mãos de quem o é.
Os Homens dominam a besta que há em si para serem dominados por ela.
Haja franqueza onde se vislumbra o cinismo.
Haja cinismo na lide dos cínicos.
Hajam clínicos, hajam mímicos, hajam enfim outros que não satíricos.
Hajamos nós, hajam eles, ajamos nós.
Corramos todos parados em círculo para o centro.
Fujamos do centro para a periferia do mesmo que nos absorve.
Olhemos a luz que nos cega na escuridão da certeza.
Prometamos o Céu e entreguemos a Terra.
Entreguemos a Terra a quem quer o Céu.
Subamos a deuses pois eles são-no na Terra.
Fujamos para lutar, lutemos para fugir.
Para onde poderemos ir?...
As dores que deveriam ser absorvidas enchem-nos de dor.
Os odores que exalamos atraem, mas repelimos quem chega.
Quem fala permanece calado nas vulgaridades do discurso.
O silêncio que se escuta é sinal da gritaria surda que nos envolve.
As opiniões que emitimos não se ouvem, perdendo-se no eco das escadarias.
A segurança que proporcionamos esvanece-se na certeza das convicções.
A força bate-se com a fraqueza que se lhe aparece a cada esforço.
A fraqueza fortalece-se na fraqueza de tal força desmedida.
A besta embala a bela que esmorece ante tal brutidão.
A brutidão torna-se cândida nas mãos de quem o é.
Os Homens dominam a besta que há em si para serem dominados por ela.
Haja franqueza onde se vislumbra o cinismo.
Haja cinismo na lide dos cínicos.
Hajam clínicos, hajam mímicos, hajam enfim outros que não satíricos.
Hajamos nós, hajam eles, ajamos nós.
Corramos todos parados em círculo para o centro.
Fujamos do centro para a periferia do mesmo que nos absorve.
Olhemos a luz que nos cega na escuridão da certeza.
Prometamos o Céu e entreguemos a Terra.
Entreguemos a Terra a quem quer o Céu.
Subamos a deuses pois eles são-no na Terra.
Fujamos para lutar, lutemos para fugir.
Para onde poderemos ir?...
Poema dedicado a um poeta
Sentei-me no teu colo
Olhei para o lado
Vi a tua sombra
Qual animal alado.
As asas abertas… nos braços fechados
A mente desperta… nos olhos cerrados.
Agora que estamos juntos Ai! Estamos separados
O que deverei fazer para nunca te perder
Ficarmos para sempre amados.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Encontrei-te sozinha sem falar
Abri a minha mente a esse novo despertar.
Voltei para dentro
P’ra segurança do lar
Vi-te no entanto aqui a caminhar.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Olhei para o lado
Vi a tua sombra
Qual animal alado.
As asas abertas… nos braços fechados
A mente desperta… nos olhos cerrados.
Agora que estamos juntos Ai! Estamos separados
O que deverei fazer para nunca te perder
Ficarmos para sempre amados.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Encontrei-te sozinha sem falar
Abri a minha mente a esse novo despertar.
Voltei para dentro
P’ra segurança do lar
Vi-te no entanto aqui a caminhar.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Ando à procura de um pouso p’ra descansar
Ando à procura de um ninho para amar
Ando à procura de um sítio além-mar
Ando à procura, enfim, de sonhar.
Angel of the dark lifgt
Angel of the dark light
That in lights our dark path
With your diffuse glow
Show us all your might
So we can grow.
Fly above our heads
Cover us with your sorrow
Allowing the truth in our hearts
Emerge like an arrow.
It’s a painful truth
An ugly and undesired pain
The one that shows us all
How dark is our brain.
We fool our selves
With a masked fantasy
Human live like gods
But act like crazy.
We condemn everyone
When they fail on us
But we are the first
Who enter the same bus.
The ride is happy
The driver is fun
But it all end
When everybody come(s).
That in lights our dark path
With your diffuse glow
Show us all your might
So we can grow.
Fly above our heads
Cover us with your sorrow
Allowing the truth in our hearts
Emerge like an arrow.
It’s a painful truth
An ugly and undesired pain
The one that shows us all
How dark is our brain.
We fool our selves
With a masked fantasy
Human live like gods
But act like crazy.
We condemn everyone
When they fail on us
But we are the first
Who enter the same bus.
The ride is happy
The driver is fun
But it all end
When everybody come(s).
Are we nuts?
Are we nuts, Oh Lord?
Degrees
Masters of clowns
They all trick us
With their cloth of
Invisible deception.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to stay alive.
Ascension to the catacombs
To places unseen
The things we’re not aware
Are the ones who going to kill
Our soul of lambs.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to stay alive.
We gave away our freedom
We deliver the doomsday
To our own kind
They must come down
If want to stay alive.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to survive.
Take down hard and fast
Assume the positions of strength
Make a block and not pass
Our rights to those who do not fight
If want to stay alive.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to survive.
Dress the wolf’s vest
Don’t be the lamb forever
Other wise we’ll be gone soon
And not stay alive.
The Worshipers
As we drift through the jungle of wisdom
Life is a mingle of feelings
Connecting us all to mother earth
As we never suspect possible.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
Digging with bare fingers
Beings crawl on their knees
No longer matter if are mater
Because sold souls don’t pay fees.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
We go under
To the place of red eternal
Hoping to be found and dragged out
Of this quietness solitude burning
Our inner beats subsisting yet.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
The vampires keep coming
Not to make us like them
But to suck the life out of us
Draining the flesh to the bones.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
Degrees
Masters of clowns
They all trick us
With their cloth of
Invisible deception.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to stay alive.
Ascension to the catacombs
To places unseen
The things we’re not aware
Are the ones who going to kill
Our soul of lambs.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to stay alive.
We gave away our freedom
We deliver the doomsday
To our own kind
They must come down
If want to stay alive.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to survive.
Take down hard and fast
Assume the positions of strength
Make a block and not pass
Our rights to those who do not fight
If want to stay alive.
Lambs of the Lord
Lord of lambs
We must revise our position
If want to survive.
Dress the wolf’s vest
Don’t be the lamb forever
Other wise we’ll be gone soon
And not stay alive.
The Worshipers
As we drift through the jungle of wisdom
Life is a mingle of feelings
Connecting us all to mother earth
As we never suspect possible.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
Digging with bare fingers
Beings crawl on their knees
No longer matter if are mater
Because sold souls don’t pay fees.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
We go under
To the place of red eternal
Hoping to be found and dragged out
Of this quietness solitude burning
Our inner beats subsisting yet.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
The vampires keep coming
Not to make us like them
But to suck the life out of us
Draining the flesh to the bones.
Settling our hearts is a kingdom
Unknown and hidden to men
A lost place where we are free
Mind and soul united and revised.
Um dia um anjo chegou ao pé de mim (falso messias)
Um dia um anjo chegou ao pé de mim. Era lindo. Tinha umas belas asas brancas, cabelo encaracolado de um loiro ofuscante, e uns olhos verdes brilhantes. Encimando sua bela cabeça, um halo reluzia resplandecente demonstrando claramente que de algo divino se tratava.
Sussurrou-me ao ouvido palavras de esperança, promessas do Céu na terra para mim e para todos quantos habitavam esta (T)terra.
Sorri… a boa nova era chegada… a salvação dos mortais, finalmente!
Mas enquanto se afastava, graciosamente no seu voo ascendente, após tais anúncios, algo se materializou, difuso, imperceptível, sombrio…
Que coisa abraçava aquele ser de luz que ainda agora trouxera tão boas notícias?
Olhei melhor… Não abraçava, emanava de dentro dele. Mas… mas… aquela figura tinha chifres! Mas…mas… aquela figura tinha uma cauda!
Gradualmente apercebi-me do que era… um ser feito anjo para nos enganar… Oh! Quantos terá já enganado esta criatura das trevas?!
Compreendi que as suas doces palavras, que me suavizaram a vontade anteriormente e agora desfeitas pela visão, poderão ter ficado gravadas nas pobres criaturas a quem visitara.
O portal está aberto. Estão todos predispostos a aceitar a vinda deste falso Messias, mesmo que as suas promessas explicitamente digam que vai criar a divisão, colocar irmão contra irmão e pai contra filho.
A vinda já começou! Ele ascende gradualmente! A Ganância, a Inveja, a Cobiça e a Gula já cá estão!
Sussurrou-me ao ouvido palavras de esperança, promessas do Céu na terra para mim e para todos quantos habitavam esta (T)terra.
Sorri… a boa nova era chegada… a salvação dos mortais, finalmente!
Mas enquanto se afastava, graciosamente no seu voo ascendente, após tais anúncios, algo se materializou, difuso, imperceptível, sombrio…
Que coisa abraçava aquele ser de luz que ainda agora trouxera tão boas notícias?
Olhei melhor… Não abraçava, emanava de dentro dele. Mas… mas… aquela figura tinha chifres! Mas…mas… aquela figura tinha uma cauda!
Gradualmente apercebi-me do que era… um ser feito anjo para nos enganar… Oh! Quantos terá já enganado esta criatura das trevas?!
Compreendi que as suas doces palavras, que me suavizaram a vontade anteriormente e agora desfeitas pela visão, poderão ter ficado gravadas nas pobres criaturas a quem visitara.
O portal está aberto. Estão todos predispostos a aceitar a vinda deste falso Messias, mesmo que as suas promessas explicitamente digam que vai criar a divisão, colocar irmão contra irmão e pai contra filho.
A vinda já começou! Ele ascende gradualmente! A Ganância, a Inveja, a Cobiça e a Gula já cá estão!
With a word
“With a Word, castles fall down in their mighty foundations.”
Authentic anonymous poet
Here, now and forever! …
Gathered information
Lost in translation
Moments of truth
Clarity of mind
In a troubled time
He got lost
Where is the traveller
To take him home?
Where is the road
That makes him come?
Where is the crossroad?
That forgiving tarmac,
Highway to the sky
Of our greyed soul?
We’re wondering in nights
Wishing never becoming days
So we never understand
What’s really going on…
Games played
Half lies, half truths
Said and done
Hidden closets
Waiting for the right moments
Wanting not to loose
So victory is a certainty
He’s in the middle
Of this half night
Lights hang upon heads
Eyes that don’t see
Will not want to see
But forced to see.
Authentic anonymous poet
Here, now and forever! …
Gathered information
Lost in translation
Moments of truth
Clarity of mind
In a troubled time
He got lost
Where is the traveller
To take him home?
Where is the road
That makes him come?
Where is the crossroad?
That forgiving tarmac,
Highway to the sky
Of our greyed soul?
We’re wondering in nights
Wishing never becoming days
So we never understand
What’s really going on…
Games played
Half lies, half truths
Said and done
Hidden closets
Waiting for the right moments
Wanting not to loose
So victory is a certainty
He’s in the middle
Of this half night
Lights hang upon heads
Eyes that don’t see
Will not want to see
But forced to see.
Os adormecidos do sistema
Os homens e os ministros assinalados
Que do gabinete legislam
Dão cabo da vivacidade
E de tudo que nos ensinam.
As mágoas carpiam corações
Desistentes da luta moral
Já nem de Abril as canções
Fazem lembrar o mal.
Combatentes de Abril
Estranho Presente se parecem
Bebem a pouca água do cantil
Morrem à sede os que merecem.
Do povo, Pelo povo, para o povo
Parecia ser o mote
Mais parece um polvo
Que aperta como um garrote.
Ainda acredito na democracia?!...
A luta democrática chegou ao fim de facto
Já vão longe as disputas
Os governos vendem-se ao desbarato
Olhamos à volta e só vemos ***** (rima com disputas).
Compram-se deputados (limiano)
Para o país funcionar
Depois no seu lugar estão sentados
De olhos fechados a dormitar.
Para que precisamos da representação do povo
Se ela não mais é que a farsa
Mais vale um bom cozido
Do que toda esta salsa.
Quando temperaremos esta disputa?...
Que do gabinete legislam
Dão cabo da vivacidade
E de tudo que nos ensinam.
As mágoas carpiam corações
Desistentes da luta moral
Já nem de Abril as canções
Fazem lembrar o mal.
Combatentes de Abril
Estranho Presente se parecem
Bebem a pouca água do cantil
Morrem à sede os que merecem.
Do povo, Pelo povo, para o povo
Parecia ser o mote
Mais parece um polvo
Que aperta como um garrote.
Ainda acredito na democracia?!...
A luta democrática chegou ao fim de facto
Já vão longe as disputas
Os governos vendem-se ao desbarato
Olhamos à volta e só vemos ***** (rima com disputas).
Compram-se deputados (limiano)
Para o país funcionar
Depois no seu lugar estão sentados
De olhos fechados a dormitar.
Para que precisamos da representação do povo
Se ela não mais é que a farsa
Mais vale um bom cozido
Do que toda esta salsa.
Quando temperaremos esta disputa?...
Um par mistico
John e Yoko Ono
Dois que são um
Nunca alguém os entendeu
Na sua mística união
E os que o procuraram
Decerto o caminho erraram.
A sua ligação
Foi fruto de uma união
Transcendental e inexplicável
Até para os mesmos
Nos olhos da lágrima secreta.
Dois iguais separados
Na raça e no tempo
Unidos na cor e no credo
De que o mundo pode mudar
E nada os fará parar
A não ser a morte.
As amizades, cores e laços actuais
Se tornam passados imemoriais
Na certeza de que finalmente somos nós
E que nenhum pensamento é atroz
Pois descobrimos o que queremos.
A sua vida no quarto
Secretos amores despertos
Substâncias cor-de-rosa exaladas
O odor do amor sacudido
E tempo pedido se torna perdido
Pois o sol que aquece a pele arrefecida
Não está no alto
Está raso, bem raso, junto ao solo
É o calor da Terra Mãe.
Minha e tua, nossa, de todos
Sempre pronta a embalar
Com as suas cores e fragrâncias esbeltas
Em formas curvas tão rectilíneas
Que conduzem direito por estradas tortas
Ao desígnio da vida
O encontrar do verdadeiro amor.
Mas a Terra Mãe não é óbvia
Obriga e desobriga-se
A porta de entrada é visível
Porém podes tu vê-la?
Consegues senti-la na escuridão da luz?
Dois que são um
Nunca alguém os entendeu
Na sua mística união
E os que o procuraram
Decerto o caminho erraram.
A sua ligação
Foi fruto de uma união
Transcendental e inexplicável
Até para os mesmos
Nos olhos da lágrima secreta.
Dois iguais separados
Na raça e no tempo
Unidos na cor e no credo
De que o mundo pode mudar
E nada os fará parar
A não ser a morte.
As amizades, cores e laços actuais
Se tornam passados imemoriais
Na certeza de que finalmente somos nós
E que nenhum pensamento é atroz
Pois descobrimos o que queremos.
A sua vida no quarto
Secretos amores despertos
Substâncias cor-de-rosa exaladas
O odor do amor sacudido
E tempo pedido se torna perdido
Pois o sol que aquece a pele arrefecida
Não está no alto
Está raso, bem raso, junto ao solo
É o calor da Terra Mãe.
Minha e tua, nossa, de todos
Sempre pronta a embalar
Com as suas cores e fragrâncias esbeltas
Em formas curvas tão rectilíneas
Que conduzem direito por estradas tortas
Ao desígnio da vida
O encontrar do verdadeiro amor.
Mas a Terra Mãe não é óbvia
Obriga e desobriga-se
A porta de entrada é visível
Porém podes tu vê-la?
Consegues senti-la na escuridão da luz?
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